Sem amor, eu nada seria!
É com essa frase simples e direta que inicio este texto!
Intriga-me muito pensar que dois seres tão diferentes como o homem e a mulher, conseguem encontrar sutis compatibilidades e viverem delas bons e longos anos juntos.
Com meus 24 anos posso dizer que sou um tanto experiente nos assuntos do coração. Já namorei 3 vezes, namoros duradouros e que deram certo, sim deram certo enquanto duraram, mas o tempo traz mudanças e com elas as incompatibilidades antes abafadas pelo fogo da paixão, passam a ser notadas na calmaria do amor!
Homens, seres práticos, racionais e sexuais (fim de capítulo).
Mulheres, seu sentimentalismo excessivo e necessário, seu amor materno, fraterno e carnal, poderia escrever horas e horas sobre nós (reparem a ordem na qual os amores foram colocados – isso é um grande indicador das diferenças).
Quando nós mulheres encontramos alguém, a parte visual corresponde a 30% da pirâmide de prioridades, pois para uma mulher a atração parte do conjunto da obra, não adianta ser lindo de morrer e nem um pouco interessante no papo, isso porque não somos práticas, adoramos os detalhes (entendam isso de uma vez por todas).
Quando os homens encontram alguém, a parte visual corresponde a 90% da pirâmide de prioridades, isso porque inicialmente ele busca uma coisa que pra eles é extremamente simples e óbvia: sexo.
Sexo no meu ponto de vista significa a entrega total ao amor, a paixão, é conhecer profundamente e intimamente o outro. Não estou fazendo apologia, mas o corpo é um templo e neste templo somente haverá alguém que entenda, sinta, respeite e ame.
Quando partimos pra conquista mostramos o nosso melhor, às vezes até ampliamos excessivamente este melhor, imortalizamos qualidades, claro queremos encantar alguém, mas a convivência nos torna falhos, meros mortais!
O amor e a felicidade estão nas sutilezas do dia a dia e manter uma relação viva é dedicar-se a essa rotina de cumplicidade, valorizar o companheirismo, a atenção, as lembranças é compartilhar os sonhos.
Muitas vezes os parceiros se distanciam e entram na disputa do poder, veneno letal para as relações, pois há uma divisão de forças e não mais uma união.
Os anos acomodam os parceiros, pois o ser humano vive de conquistas e uma relação longa inconscientemente nos dá a sensação de “território conquistado”, o que é uma bobagem sem tamanho, pois a inesperado sempre pode acontecer.
O ponto G de uma mulher encontra-se no ouvido. lembrá-la do quanto é desejada e amada são artifícios valiosos.
Já o homem gosta de sentir-se necessário, importante, herói, viril.
Mais uma vez a briga entre a razão e a emoção mostra-se presente, pode passar anos, séculos, milênios, as diferenças perpetuarão e a felicidade de casais continuará com a fórmula clássica, se é que ela de fato existe: manter vivo e unido o desejo e amor e razão e emoção como dois bons amigos!
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