domingo, 14 de outubro de 2012

    Faz tempo que nao escrevo e sinto falta, pois é a maneira que melhor me expresso!!

    Aproveitando o ensejo, eis que recebo um texto de alguém com extrema doçura para se expressar escrevendo, mesmo que aparentemente seja casca dura, aqui está seu tendão de Aquiles: o AMOR!

Autoria: Que ele se manifeste, serei discreta!

Uma Guerra chamada Amor

Jogado nesta selva aqui estou,
As prantos dessa guerra somente um som se exalou.
Chegou a hora, chegou o momento.
É o fim da paz, e o começo do tormento.

Olho para os lados e onde me encontro?
Vejo pessoas desunidas, escondidas em cada canto.
Sou o único em pé, vivo e forte.
No meio dessa cena trágica, o único homem de sorte.

Será sorte ou azar?
Somente seguindo em frente a resposta irei encontrar.
Empunhando minha arma de amor, sigo adiante.
Sem medo, sem perigo, sem a dor constante.

Bombas, mísseis, tiros caem do céu, mas nada me detém.
Sou desta miragem no entanto, um refém.
Onde está você? Eu posso senti-la perto...
Posso vê-la em meio essa fumaça, em campo aberto.

Sem árvores, sem cobertura.
Sou um soldado livre, movido pelo coração e pela loucura.
Loucura de tê-la ao meu lado, junto a mim.
Será que mereço um final assim?

Sinto o cheiro do perigo, sinto você cada vez mais distante.
Vejo você fugindo, seguindo adiante.
Sem olhar para trás, correndo ao horizonte.
Sinto meu coração despejado, jogado de um monte.

Algo diferente, estranho me acerta.
De joelhos agora estou, em uma realidade incerta.
Não me sinto mais um imortal.
Algo me faz triste, algo me faz mal.

E nessa guerra da vida, cedi minha alma, meu esforço.
Agora sou um mero soldado com o coração ferido, aguardando reforço.
Penso em tudo o que fiz.
Penso se tudo isso algum dia me fez feliz.

Como posso ter um final trágico assim?
O que será que o General lá de cima tem reservado pra mim?
Vejo no momento, tudo escuro.
No entanto, ouço vozes, sons, do outro lado do muro.

Será minha esperança, meu tão esperado resgate?
Ou será mais uma página dessa triste tempestade?
Pode ser a minha sorte....ou o meu azar....
Somente seguindo em frente a resposta irei encontrar

sábado, 13 de outubro de 2012

Embrutecimento da alma!



“...É LOUCURA

Odiar todas as rosas porque uma te espetou.... Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou... Perder a fé em todas as orações porque numa não foste atendido... Desistir de todos os esforços porque um deles fracassou...”




    Começo esse texto com uma das poesias mais realistas e penetrantes que conheço...
    Não permita embrutecer a sua ama por conta de desilusões.
    A guerra nos endurece, nos torna orgulhosos e o orgulho só te torna forte, mas não te faz feliz!!
    Ninguém é feliz sozinho, pois a felicidade está justamente no compartilhar. 
    Quem se basta na verdade carrega um coração ferido, machucado e cansado... triste é ver quem se protege da vida, por medo de se machucar.


    Coragem é quem entra no vagão da montanha russa da vida, esse sobe e desce de emoções que nos traz a certeza de estarmos vivos.

    Ja dizia Mahatma Gandhi “Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho”.
    Refletindo sobre essa frase você entende que colocar a sua felicidade em um fator externo é pura Utopia, a felicidade é intríseca, está no modo positivo de enxergar o seu dia, que mesmo sem acontecimentos extraordinários, seu dia “arroz com feijão” é feliz!

    Mude suas expectativas e permita-se ao encantamento de surpreender-se com o que lhe oferecem, se suas expectativas são muito utópicas, suas chances de frustração passam a ser maiores na porcetagem, divida a vida nos 50%, assim as chances da decepção quanto a de surpreender-se igualam-se.

    Nao enrijeça os sentimentos mais belos que carrega, não deixe de amar e de se entregar por medo de se machucar. Assim como as flores, todos nós temos o nosso outono, onde secamos, ficamos cinzentos e “sem vida”, mas a exemplo da natureza, permita-se florecer denovo!

    Viva e deixe viver, ame e deixe lhe amarem também o importante é compartilhar o que sente.
    Sinta a vibração de sentimentos correspondidos e dos não correspondidos também, um mais um pode não ser dois, pois na matemática da vida a conta sempre é de multiplicação!

   Nesse climinha amistoso encerro com um vídeo que trata justamente disso:
                                                    "Vamos nos permitir..."