“...É
LOUCURA
Odiar todas as rosas porque uma te espetou.... Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou... Perder a fé em todas as orações porque numa não foste atendido... Desistir de todos os esforços porque um deles fracassou...”
Começo esse texto com uma das poesias mais realistas e penetrantes que conheço...
Não permita embrutecer a sua ama por conta de desilusões.
A guerra nos endurece, nos torna orgulhosos e o orgulho só te torna forte, mas não te faz feliz!!
Ninguém é feliz sozinho, pois a felicidade está justamente no compartilhar.
Quem se basta na verdade carrega um coração ferido, machucado e cansado... triste é ver quem se protege da vida, por medo de se machucar.
Coragem é quem entra no vagão da montanha
russa da vida, esse sobe e desce de emoções que nos traz a certeza de estarmos
vivos.
Ja dizia Mahatma Gandhi “Não existe um
caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho”.
Refletindo sobre essa frase você
entende que colocar a sua felicidade em um fator externo é pura Utopia, a
felicidade é intríseca, está no modo positivo de enxergar o seu dia, que mesmo
sem acontecimentos extraordinários, seu dia “arroz com feijão” é feliz!
Mude suas expectativas e permita-se ao
encantamento de surpreender-se com o que lhe oferecem, se suas expectativas são
muito utópicas, suas chances de frustração passam a ser maiores na porcetagem, divida a vida nos 50%, assim as chances da decepção quanto a de
surpreender-se igualam-se.
Nao enrijeça os sentimentos mais belos
que carrega, não deixe de amar e de se entregar por medo de se machucar. Assim
como as flores, todos nós temos o nosso outono, onde secamos, ficamos cinzentos
e “sem vida”, mas a exemplo da natureza, permita-se florecer denovo!
Viva e deixe viver, ame e deixe lhe
amarem também o importante é compartilhar o que sente.
Sinta a vibração de sentimentos
correspondidos e dos não correspondidos também, um mais um pode não ser dois, pois na matemática da vida a
conta sempre é de multiplicação!
Nesse climinha amistoso encerro com um vídeo que trata justamente disso:
"Vamos nos permitir..."
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